terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Os 10 maiores problemas relacionados com o sexo!



Anorgasmia feminina – Estima-se que um terço das mulheres não consegue ter orgasmo na maioria das relações sexuais; outro um terço só consegue sentir orgasmo por estimulação clitoriana e claro, apenas o outro terço são privilegiadas.

Disfunção Erétil – Nem sempre falta de ereção e de desejo sexual significa uma traição. 25% dos homens sofrem ou sofrerão um dia deste mal.

Rotina e falta de criatividade – É muito comum o desejo e a paixão ir se esvaindo ao longo do relacionamento, e nada como uma boa remexida e temperada para fazer reascender velhos sentimentos.

Responsabilizar o outro pelo próprio prazer – Delegar ao outro o próprio prazer é um erro vinculado também a falta de atitude e liberdade sexual.

Sexo sem preliminares – Entrar em campo e já querer ir logo fazendo o gol faz com que o sexo fique sem graça e o casal acaba entrando muito mais cedo na rotina e monotonia.

Acreditar sempre no orgasmo feminino – Elas fingem, por medo de não agradar, vergonha e insegurança. Pesquisa realizada pela Men’s Health com 421 mulheres mostrou que somente 10% das mulheres vão chegar ao orgasmo no primeiro encontro.

Não se importar com o orgasmo alheio – Comumente os homens sentem orgasmo antes das mulheres, mas não ajudá-las ou não se importar com isso depois que já sentiu é um indício de egoísmo, não acha?

Papai e mamãe forever – Um bom sexo significa muito mais do que simplesmente penetração, estimular outras áreas do corpo com carícias e exercitando os 05 sentidos é uma boa opção esquecida por muitos.

Nojo  e vergonha – ter nojo de tudo ou sempre ter muitas restrições é uma dificuldade enfrentada por muitos casais, mas esse dilema geralmente afeta as mulheres.

Timing – Respeitar quando o outro não tiver afim na hora que você tiver. Todos nós temos alterações hormonais, corporais e emocionais, inclusive em um mesmo dia.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Perguntas e Respostas I

É normal sentir prazer em uma única posição?


Acontece em algumas mulheres que possivelmente só conseguem ter orgasmo com penetração e mutuamente estimulação clitoriana, sendo assim, pode-se estimular que o orgasmo seja possível em outras posições, desde que ela ou a sua parceria a estimulem no clitóris enquanto há também a penetração

É normal só sentir orgasmo por estímulo clitoriano?

Estima-se que em torno de 30 a 40% das mulheres só consigam orgasmo desta maneira, algumas sequer chegam nessa fase! Uma tentativa para que mulheres consigam orgasmos de outra maneira é provocar uma relação mútua, alternando entre estímulo clitoriano e penetração!

É normal o homem querer sexo todos os dias, todas as horas?

Acontece em uma porcentagem pequena da população. Na mulher chamamos de ninfomania, e no homem dá-se o nome de satiríase, convivem bem quando ambos tem compulsão sexual, quando um dos parceiros não é tão apto ao sexo quanto o outro, há que se buscar um meio termo para melhorar a relação.

O que fazer para ter orgasmo em todas as relações? As vezes fico frustrada por não conseguir!

O primeiro passo é você tentar se conhecer melhor, seu próprio corpo, para depois ensinar o seu parceiro onde lhe dá mais prazer. Nosso parceiro não tem a obrigação de conhecer nosso corpo, mas nós temos. Então, comece a se abrir mais no conhecimento do seu próprio corpo, inicie com exercícios de toque e siga para exercícios mais avançados como a própria masturbação. Se as mulheres soubessem o quanto faz bem pra saúde sexual do casal esse conhecimento, todas elas o fariam! Sem medo, sem preconceito – Vale a pena!

Como diminuir a timidez na hora do sexo e como falar pra ele que queremos a mais no sexo?

A não ser que seu parceiro seja extremamente preconceituoso e machista e já tenha declarado isso explicitamente, caso contrário, se ele nunca falou nada a respeito, seja direta, fale abertamente que sente mais vontade, que gosta de ficar mais tempo, que gosta quando ele toca em uma ou outra parte do corpo!

Por que alguns homens nos causam tanto tesão só em olhá-los?

Se fosse um remédio que se vendesse nas farmácias todas nós compraríamos, não é verdade? Mas como tudo na vida, alguns nascem para ter e outros não. Não precisa ser bonito, Basta ter Sex Appeal

Por que os homens, em geral, gostam tanto de sexo anal?

Bem, nem todos gostam, mas o anus é uma região bem apertada, o que causa um estímulo maior na glande, além do fato antropológico de que geralmente as posições em que se praticam sexo anal, são posições de dominação, acrescentado à isso, eles passam a ter um controle maior sobre a excitação.

É normal que após o orgasmo a mulher perca o ritmo? (gosto de brincar de mulher fatal, brincar com sexo para divertir)

Quando temos orgasmo, liberamos um hormônio chamado prolactina, que nos causa sono e sensação de cansaço. Esse é o mesmo hormônio que as mulheres produzem durante a gravidez e amamentação para estimular a produção do leite. O homens também liberam o mesmo hormônio e neles a reação é mais imediata. É o chamado homem DVD, Deita, Vira e Dorme.

Só consigo ter orgasmo uma única vez durante a relação. Depois já perco a vontade de continuar! O que devo fazer?

Querida, como tudo na vida, cada um reage a uma determinada coisa de maneira diferente, essa é uma reação normal do seu organismo, ele precisa de um tempo para se recuperar e voltar a ativa novamente, se isso acontece sempre, sem exceções não tem jeito, é o seu corpo que responde dessa maneira. Uma opção extra e eventual é tentar ajuda na indústria farmacêutica. Algumas mulheres respondem bem a medicamentos como o sildenafil (Viagra)


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Mini Curso - Sexualidade na Infância: Manejos e Características



O Minicurso será ministrado no ENEX na Unifacex
Data: 10.10.2014 às 19:15
Informações em http://enex.unifacex.com.br/pagina/minicursos

Objetivo : Apontar as principais características da sexualidade na infância, as suas nuances na atualidade; buscando mostrar ainda os manejos possíveis frente a superexposição das novas tecnologias e redes sociais.


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

quinta-feira, 31 de julho de 2014

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Capricho Julho/2014

A Revista Capricho deste mês conta com minha colaboração na sessão sobre SEXO.
Os temas são variados, mas foi uma delícia de fazer.
Confiram.


segunda-feira, 30 de junho de 2014

sábado, 31 de maio de 2014

Depressão detona a Libido!

     Em postagens anteriores comentamos um pouco sobre o Desejo Sexual Hipoativo, as causas e Hipoativo em decorrência de um estado de depressão. 
     A depressão, em algumas situações é de difícil diagnóstico, tendo em vista suas particularidades. Em alguns casos, nem o sujeito se dá conta de que está com depressão, muito menos quem convive com ele. As mulheres são mais acometidas pela depressão do que os homens. 
     Para cada caso é preciso um diagnóstico diferencial, ou seja, se o Desejo Sexual Hipoativo é em decorrência de causas hormonais ou fisiológicas, ou se é em decorrência de uma suposta depressão, ou em alguns casos, pode ser a junção de todos esses fatores. 
     A depressão causa uma diminuição das atividades habituais, falta de disposição, dores no corpo, sonolência ou distúrbios do sono. De uma maneira geral, quando esses fatores se agregam há uma diminuição também da libido. Se não há desejo em fazer muitas coisas, sexo também é uma delas. 
     A indicação terapêutica é de tratar a depressão e paralelamente agregar técnicas da terapia sexual para que haja um resgate das condições habituais, além de um “up” na vida do casal. 
     Uma observação importante é que, mesmo que a maioria dos remédios anti depressivos, como já foi dito anteriormente, causem uma diminuição da libido, as vezes seu uso é importante para que o sujeito possa sair do estado de depressão inicialmente para que depois da suspensão do uso da medicação o desejo possa ser aumentado.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Desejo Sexual Hipoativo


Popularmente conhecido como frigidez, esse transtorno se encontra em 8,2% das mulheres e em 2,1% dos homens segundo pesquisa de Carmita Abdo.
É caracterizado como ausência persistente ou recorrente de fantasias ou desejo de ter atividade sexual. Vai diminuindo a vontade e pode chegar a um ponto em que quem sofre desse transtorno, quer se esquivar, evitar ou se sente inclusive muito mal e com medo quando o parceiro(a) o(a) procura.
O desejo Sexual Hipoativo pode ser primário, ou seja, quando a relação que o sujeito faz com o sexo sempre encontrou-se de maneira bastante indesejosa, secundária, que é quando o sujeito apresenta pela primeira vez os sintomas. Pode ser generalizado, que é quando está acontecendo sempre, ou situacional que é o desejo baixo em detrimento de um determinado local ou situação.
Mesmo sendo um transtorno mais comum em mulheres, hoje em dia, muitos homens se encontram com baixo desejo e têm se preocupado e buscado mais por tratamento.
Desejo sexual baixo pode ter relação com a produção de hormônios femininos, principalmente quando a mulher se aproxima da menopausa, contudo essa não é a causa mais encontrada como as mulheres se queixam, as causas podem ser as mais diversas: histórico de abuso, violência, monotonia, rotina, estresse, inadequação do casal, ausência de fantasias na relação, repetição das mesmas posições e carícias, mesmo lugar e horário sempre, filhos, trabalho, ausência de saídas para se divertir, quando o casal fica o tempo todo em casa ou com poucas atividades sociais.  As mulheres sofrem mais desse transtorno em detrimento das circunstâncias de repressão as quais as mulheres são submetidas. O parceiro às vezes pode atrapalhar dando poucas possibilidades de diálogo, conversas e trocas de carícias antes da relação. Pois para a mulher, a questão do sexo perpassa a questão do corpo e do hormônio, a mulher é mais romântica, sensitiva, e mais susceptível a que mudanças de humor e comportamento interfiram na atividade sexual
Um acompanhamento com terapeuta sexual é uma boa pedida para diagnosticar onde se encontra o foco da falta de desejo sexual e resgatar junto com o sujeito e com o casal novas maneiras de se descobrirem e de trabalharem suas dificuldades.

Keila Oliveira
Sexóloga
www.sexologia-clinica.com

segunda-feira, 17 de março de 2014

Capricho

A primeira edição de março da revista conta com minha participação.
pg. 76

Um trabalho interessante. Leiam.



sábado, 8 de março de 2014

Á você Mulher...

Que acorda de madrugada, passa duas horas para ir e duas para voltar do trabalho;
Que cria seus filhos sozinha;
Que adoece e mesmo assim precisa trabalhar;
Que chega cansada do trabalho e ainda tem que fazer a janta e lavar a louça;
Que no fim de semana aproveita o tempo livre para lavar a roupa;
Que vai dormir cansada, mas só depois de ajudar seu filho a fazer o dever de casa;
Que trava uma batalha todos os dias contra a injustiça das desigualdades de direito entre homens e mulheres;
Que deixa seus filhos sozinhos em casa porque o pai foi embora viver um romance mais legal;
Que não sabe o que dizer a eles quando esse pai decide não mais ser pai;
Que vai trabalhar de coração partido tendo que deixar o filho doente com alguém.

São a todas as mulheres guerreiras, que se viram nos 30 para dar conta do papel de ser mãe, filha, mulher, esposa e ainda são reclamadas por estarem mau humoradas.

A todas as mulheres que mudaram o mundo e fizeram história. O meu 08 de março vai para elas!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

sexo aos 50, 60, 70 anos... sexualidade madura, ser sensual em plena maturidade...




À medida que crescemos, evoluímos e envelhecemos vamos perdendo alguns atributos inatos ao nosso corpo. Os bebês exercitam o que Freud chamava de autoerotismo e quando vão se tornando crianças vão sendo moldados, polidos, e os pais vão os deixando cheios de pudor: as brincadeiras de papai e mamãe, médico e enfermeira viram objetos de terror paternos.
Na adolescência, acontece algo semelhante: os hormônios vão invadindo o corpo e a necessidade por sexo torna-se latente. Mais uma vez, lá vêm os pais podando a sexualidade dos filhos e declarando certa reprovação social referente à masturbação e à sexualidade declarada desses jovens com tanto vigor e energia.
Moldamo-nos tanto a padrões sociais, posturas esperadas, comportamentos contidos que vamos reprimindo mais uma vez certas práticas que adquirimos na adolescência como beijar na boca e se abraçar na frente de todo mundo. O pudor e a reprovação social ultrapassam gerações: quando o casal se casa, já não se beija na boca tanto quanto na época do namoro e depois de alguns anos já não fazem mais tanto sexo quanto no início da paixão.
Muitas vezes a intimidade concretizada do casal os afasta sexualmente do desejo ardente um pelo outro e parece que a necessidade por sexo também se esvai à medida que a rotina e a idade vem chegando. Proporcionalmente pior se torna a relação de casais maduros e recheados de mágoas e desilusões.
Quando vamos envelhecendo nossa produção hormonal já não nos causa mais tanto desejo como quando tínhamos 15 anos de idade. Nossa resposta sexual e o desejo por sexo demoram mais a chegar. Adoecemos e vamos colecionando doenças crônicas: diabetes; esclerose; artrites; artroses e dores musculares que vão nos impedindo de exercer performances sexuais mais elaboradas. Os sentidos estão menos apurados: olfato; paladar; audição; tato e visão já não são mais os mesmos. A maturidade e o envelhecimento requerem adaptações que nunca são tão fáceis de ultrapassar. Contudo não podemos associar apenas a fatores hormonais e fisiológicos o fato de murcharmos nosso desejo sexual na maturidade e velhice. Desejo e sexualidade têm muito mais fatores emocionais e cognitivos do que hormonais e fisiológicos.
Além de cuidar da saúde física, amadurecer também precisa de cuidados psicológicos e se dar a oportunidade de se livrar de traumas, desilusões e angustias também faz parte essencial de uma boa vida sexual.
Como envelhecer de modo saudável numa sociedade que vem priorizando o novo, o efêmero? Como homens e mulheres vêm vivenciando o processo de envelhecimento depois dos 50? Como eles vivenciam as relações afetivo-sexuais?
Acima dos 50 se houve muitos relatos da perda da virilidade e desejo sexual que estão em grande medida associados não apenas à toda a enciclopédia vivencial de perdas e desilusões, mas à própria imagem corporal  e bem mais à discursos preconceituosos e encarnados de que cuidar da sexualidade e da saúde mental não é para pessoas maduras. Com a maturidade, vem junto a perda da identidade sexual: as pessoas se veem muito mais como mães e pais; avôs e avós; companheiros e parceiros do que como pessoas que podem sim ser dotadas de desejo.
Como diz Maria Alves de Toledo Bruns: “Partimos do princípio de que homem é um ser de desejo e deveres, e como tal, tem sua caminhada existencial marcada pela dinâmica das forças oriundas do princípio do prazer – foco das pulsões internas e primitivas, sede desconhecedora de limites e das forças repressivas originadas do mundo externo e criadora de limites impostos pelo princípio da realidade e dos deveres regidos pelos valores morais, éticos, sociais e midiáticos” que vão nos reprimindo e elaborando nossa vida ao longo do curso.

 Na terceira idade, muitas vezes é hora de jogar para dentro do baú muitas das forças repressoras e midiáticas e repensar que é sim uma ótima hora pra exercer a sexualidade e a sensualidade à sua maneira e a sua medida. Que ninguém já viveu o suficiente para que não seja capaz de viver ainda mais e melhor. Primeira, segunda e terceira idade, seja ela qual for, podemos ter desejo e nos sentir desejados, podemos fazer sexo e aproveitar disso a qualquer idade, sem repressão, sem preconceito.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O Silêncio - sobre abuso sexual