quinta-feira, 10 de maio de 2018

Saúde íntima da Mulher - Assoalho Pélvico

Neste sábado, dia 02 de julho às 8:00 na 95 FM, programa Meu Doutor

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Além de sustentação das vísceras pélvicas e abdominais, o assoalho pélvico tem uma papel importante na continência  urinária, na função evacuatória, na função sexual, na função reprodutiva. 
No programa deste sábado, iremos abordar duas áreas de grande importância para a saúde da mulher: que é a fisioterapia pélvica e a terapia sexual no tratamento de diversas patologias que comprometem em muito a qualidade de vida das mulheres e dos casais também.
A Dra. Ana Paula irá abordar a fisioterapia pélvica, seus benefícios e quais os tratamentos mais ideais, também irá apontar a diferença entre a fisioterapia pélvica e o pompoarismo.
A Dra. Keila Oliveira trará alguns apontamentos sobre o vaginismo e a dispareunia, que compromete a relação sexual de forma muito grave, trazendo muitas dores na relação sexual e em alguns casos inclusive impossibilitando a penetração.

Teremos Live no Facebook https://www.facebook.com/keila.oliveira.1610


quarta-feira, 2 de maio de 2018

Work Shop Prazer Feminino



Do relacionamento à vida íntima é Workshop com temática voltada para a Sexualidade feminina e como propostas de trabalho:
- Consciência Corporal
- Construindo  novas de formas de intimidade e de se relacionar .
- Encontrando uma nova intimidade
- Descontruindo paradigmas

Local:  ITC
Data: das 8:30 às 11:30
Investimento:  R$ 50,00

Ministrantes:
Keila Oliveira - psicóloga e Sexóloga
Natália Barbosa-  fisioterapeuta pélvica

Informações  e Contatos:
(84) 99965-1306
(84)99819- 1067
Sexologianews@gmail.com
www.sexologia-clinica.com

quinta-feira, 22 de março de 2018

O Silêncio - sobre abuso sexual

Reportagem no El País traz estatística da OMS e aponta que 

Uma em cada cinco meninas e um em cada treze meninos são vítimas de “abuso sexual”

fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/19/opinion/1519068481_733412.html

Pedofilia
As consequências podem ser das mais diversas, mas na grande maioria dos casos as sequelas nem conseguem ser sentidas.Onde aparentemente uma pessoa abusada alega não sofrer com determinadas coisas inerentes ao abuso, ao logo do processo terapêutico vamos descobrindo que muitos sintomas e agravamento de neuroses são provocados pelo abuso.



domingo, 25 de fevereiro de 2018

Vaginismo tem cura

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As queixas de mulheres jovens que apresentam vaginismo em algum grau está cada vez mais frequente. É uma disfunção sexual que acha pouco espaço social para diálogo e troca de informações.
A novela "O outro lado do paraíso traz uma personagem que sofre de Fobia Sexual e Vaginismo!" Quando percebemos na ficção personagens que sofrem do mesmo mal, fica mais fácil de se identificar (mas por favor, coaching não resolve vaginismo nem fobia sexual tá!)
Ser mulher embora pareça, não é uma tarefa fácil. As dificuldades do dia a dia, as relações com os parceiros e os papéis sociais muitas vezes são difíceis de conciliar. Embora muitas vezes pareça fácil, as relações paternas e maternas podem causar consequências para o cotidiano de formas variadas e inúmeras vezes não sem consequências para os conflitos diários nos quais muitas mulheres se deparam.
Ter uma vida sexual saudável, embora possa parecer "fichinha", muitas vezes pode se tornar algo de uma complexidade inigualável quando as coisas não caminham como manda o figurino. Algumas disfunções femininas embora de ordem pouco frequente podem causar estranheza em alguns casais como a Dispareunia e o vaginismo.
Dispareunia é caracterizado como dor durante a relação sexual. Uma das causas dessa dor pode advir de infecção por fungos ou bactérias na região genital, ou ainda por alguma má formação congênita.
A dispareunia, dentre outras coisas pode causar ainda o aparecimento de uma disfunção mais grave com o Vaginismo – que é quando a musculatura da vagina se contrai involuntariamente impedindo a penetração durante a relação sexual.
Em alguns casos, a mulher consegue ter prazer e até mesmo chegar ao orgasmo com outras formas de estimulação clitoriana, outras mulheres podem sentir tanto medo e receio que sequer conseguem se sentir bem durante a relação, causando uma aversão sexual.
O vaginismo pode ser primário – varia em um nível mais baixo com dor persistente e incômodo até a completa impossibilidade de penetração, que é quando a mulher permanece virgem sem nunca ter conseguido deixar ser penetrada – secundário, é quando a mulher já conseguiu ter uma relação sexual com penetração, mas no entanto, hoje já não consegue mais, em alguns casos o vaginismo e a dispareunia pode se dá após algum evento traumático como uma violência, abuso sexual ou até mesmo um estupro! No entanto as causas podem ser as mais diversas
Ter uma parceria que não estimula o namoro e as preliminares ou jogos sexuais antes da relação propriamente dita dificulta na resolução do problema.
Estima-se que 5% das mulheres sofram desse mal em algum período de suas vidas, principalmente quando se trata da primeira relação!
O vaginismo em um grau elevado dificilmente se resolve sem ajuda terapêutica. Terapias alternativas podem ser coadjuvantes no processo como fisioterapia pélvica e acupuntura.
É importante as mulheres não relegarem ou negligenciarem sua vida sexual à outras atividades.

Veja mais em https://www.facebook.com/sebastiao.campos.7/videos/1764007180284512/